As frequências solfeggio são tons musicais específicos que ressoam em determinados valores de hertz, sendo associados a promoção de equilíbrio físico, emocional, mental e espiritual.
Confira, neste post, os benefícios atrelados a essas frequências, como elas foram desenvolvidas e de que forma retornaram ao conhecimento moderno para enriquecer as práticas terapêuticas.

Antes de qualquer coisa, as frequências Solfeggio são tons sonoros específicos medidos em hertz (Hz).
Inicialmente, essas frequências correspondem a seis tons originais (396 Hz, 417 Hz, 528 Hz, 639 Hz, 741 Hz e 852 Hz) que estão relacionados a seis notas que integravam a antiga escala musical.
Todavia, posteriormente, foram acrescidos mais três tons (174 Hz, 285 Hz e 963 Hz), a escala solfeggio, totalizando um conjunto de nove frequências.
Além disso, esses tons sonoros são associados a propriedades terapêuticas e cada frequência atua em um aspecto do ser humano, podendo influenciar desde o alívio de dores físicas até a expansão da consciência.
Portanto, as frequências solfeggio podem ser consideradas poderosas ferramentas para auxiliarem na cura e equilíbrio, sendo capazes de harmonizar corpo, mente e espírito de maneira simples e acessível.
Mas, vale ressaltar que essas frequências funcionam como uma ferramenta complementar. Logo, a sua utilização NÃO SUBSTITUI OS TRATAMENTOS MÉDICOS CONVENCIONAIS.
O desenvolvimento das frequências solfeggio é associado a Guido d’Arezzo (992 – 1050), um monge beneditino e criador da notação musical moderna.
Desta forma, as seis frequências iniciais estão relacionadas a antiga escala musical de Guido d’Arezzo e eram utilizadas nos cânticos gregorianos.
A princípio, as seis notas musicais que conhecemos atualmente foram baseadas em uma passagem do hino de São João Batista que, em latim, está descrito da seguinte maneira:
Ut queant laxis
Resonare fibris
Mira gestorum
Famuli tuorum
Solve polluti
Labii reatum
Sancte Ioannes
Segundo uma das fontes pesquisadas, a tradução literal deste texto seria: “Para que os escravos possam ressoar os milagres (maravilhas) de suas criações com acordes vocais soltos (expandidos). Lave a culpa do (nosso) lábio poluído. São João.” (Fonte: Quantic Despert).
Assim, cada sílaba inicial do hino de São João Batista em latim (Ut, Re, Mi, Fa, Sol e La) deu nome às seis notas musicais originais.
Mais tarde, a sílaba “Ut” foi adaptada para “Dó” e a sétima nota, “Si”, foi acrescentada a escala, formando a sequência que conhecemos hoje: Dó, Ré, Mi, Fá, Sol, Lá e Si.
Enquanto os tons sonoros são caracterizados pelas frequências em hertz, as notas musicais, nada mais são do que a forma de nomear, dentro da escala musical, determinado tom para facilitar a sua utilização na composição de músicas e cânticos.
Logo, as seis notas da antiga escala musical (Ut, Re, Mi, Fa, Sol e La) correspondem aos seis tons originais (396 Hz, 417 Hz, 528 Hz, 639 Hz, 741 Hz e 852 Hz).
Nesse sentido, a relação das notas originais com os tons originais é a seguinte:
UT = 396 Hz (atual nota DÓ)
RE = 417 Hz
MI = 528 Hz
FA = 639 Hz
SOL = 741 Hz
LA = 852 Hz
Com o passar do tempo, foram adicionados mais três tons a escala solfeggio, sendo eles o 174 Hz, 285 Hz e 963 Hz, formando um conjunto de nove frequências.
Por volta do ano de 1050, as frequências solfeggio desapareceram misteriosamente, porém, mais tarde foram reavivadas e estudadas por pesquisadores como Dr. Joseph Puleo, o bioquímico Glen Rein e o Dr. Leonard G. Horowitz.
Ao pesquisar a Bíblia, no Livro dos Números, o Dr. Joseph Puleo encontrou algumas passagens que se repetiam e utilizando o método matemático pitagórico de redução numérica, conseguiu encontrar um padrão de seis códigos que correspondiam a sequência das seis frequências solfeggio originais que haviam desaparecido. E segundo o Dr. Puleo, esses tons podem penetrar o nosso inconsciente e subconsciente, bem como promover cura, vitalidade e transformação.
No ano de 1988, o bioquímico Glen Rein demonstrou através de suas pesquisas que as frequências sonoras podem influenciar o comportamento do nosso DNA. Sabendo que um DNA saudável reflete-se em maior captação de luz ultravioleta (UV), ele observou que os sons em sânscrito e o canto gregoriano aumentaram essa absorção entre 5% e 9%, indicando um efeito restaurador. Já a música clássica também promoveu um leve aumento, enquanto o rock reduziu a capacidade de absorção de UV no DNA, sugerindo um impacto negativo.
O Dr. Leonard G. Horowitz tem dado continuidade às investigações de Dr. Puleo e do Dr. Rein sobre as frequências solfeggio. Ele escreveu o livro “Códigos de Cura para o Apocalipse Biológico” (de coautoria do Dr. Puleo) que se tornou um best-seller, passou a orientar músicos a como afinar seus instrumentos segundo a escala Solfeggio, fundou a gravadora Tetrahedron Records e convidou artistas para fazerem composições musicais baseadas nessas frequências.

A seguir estão descritos os efeitos e benefícios atrelados as nove frequências solfeggio, segundo David Hulse, considerado um pioneiro na área de terapia do som, possuindo uma experiência de mais de 40 anos.
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